Internacional
Angelina Jolie recusa acordo de divórcio no valor de 100 milhões
Brad Pitt e Angelina Jolie - Receção privada de «Maleficent» no Palácio de Kensington em Londres Foto: Reuters
Redação Lux em 21 de Dezembro de 2017 às 11:14

Angelina Jolie rejeitou a última proposta de acordo de divórcio de US$ 100 milhões – o equivalente a cerca de 85 milhões de euros – oferecido por Brad Pitt.

Segundo a Life & Style, a recusa da atriz prende-se com o arrependimento da separação. A publicação adianta, no entanto, que não há reconciliação à vista e que Brad Pitt está bastante irritado com as sucessivas recusas de Angelina que impedem que o doloroso processo chegue ao fim.

"O acordo pré-nupcial deles já estabelecia os termos que a Angelina não está a aceitar, por isso o Brad está a oferecer cada vez mais dinheiro, mas ela recusa todas as propostas, inclusivé a mais recente, de US$ 100 milhões. Isto tudo tem sido um pesadelo para o Brad. Ele sente muita falta das crianças e pretende levá-las de férias fora dos Estados Unidos assim que tudo estiver resolvido", diz fonte próxima à Life$Style.

Angelina Jolie entrou com o pedido de divórcio em setembro de 2016, alegando diferenças irreconciliáveis.

A atriz acusou o ex-marido de maltratar o seu filho adolescente durante um voo de França para Los Angeles, levando a uma investigação pelo FBI. Depois de ser ilibado pelo FBI e por assistentes sociais, o ator, de 53 anos, solicitou a guarda partilhada de Maddox, de 15 anos, Pax, de 13, Zahara, de 12, Shiloh, de 11, e dos gémeos Vivienne e Knox, de 9, enquanto Angelina exigia tutela única.

Brad Pitt admitiu na sua primeira entrevista após o divórcio que beber muito contribuiu para a sua separação. Brad e Angelina estavam juntos desde 2004 e casaram-se em 2014. Na mesma entrevista, a atriz contou ainda que sofreu recentemente uma paralisia facial. “Não posso dizer se é menopausa ou se foi apenas o ano que tive. Às vezes, as mulheres de família colocam-se em último plano até se manifestar a sua própria doença”, disse Jolie à revista Vanity Fair, referindo que, apesar de tudo, os filhos estão sempre em primeiro lugar. 

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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