Internacional
Redação Lux  com CSS em 23 de Maio de 2016 às 11:19
Fã tenta assassinar Ana Hickmann e é morto pela cunhado da apresentadora
1/8 - Ana Hickmann Foto: DR
2/8 - Ana Hickmann e Alexandre Correa Foto: DR
3/8 - Ana Hickmann Foto: DR
4/8 - Ana Hickmann Foto: DR
5/8 - Ana Hickmann (Foto: DR)
6/8 - Ana Hickmann Foto: Instagram
7/8 - Ana Hickmann Foto: Instagram
8/8 - Ana Hickmann Foto: Instagram

 

Ana Hickmann viveu momentos de terror este fim-de-semana, num hotel em Minas Gerais. Um fã da apresentadora entrou armado no quarto onde esta estava hospedada com os cunhados, Giovana e Gustavo, e ameçou matá-los.

Ao príncipio, Ana, de 35 anos, pensou tratar-se de uma tentativa de assalto, mas rapidamente percebeu que corria perigo de vida e desmaiou.

“Ele ia acabar com a minha família toda, não só comigo”, recordou, emocionada, Ana, que recebeu a equipa do "Domingo Espetacular", na sua casa, em São Paulo.

Foi então que Rodrigo Augusto de Pádua, de 30 anos, fez dois disparos, que atingiram a cunhada Giovana. Nesse momento, Gustavo conseguiu desarmar o agressor e acabou por atingi-lo mortalmente.

“Era a minha obrigação de homem com duas mulheres no quarto. Não quero que digam que sou herói. (...) (Ele) Falava várias loucuras. Dizia por exemplo que a Ana Hickmann mandava beijos com biquinho nas redes sociais especialmente para ele. Disse que uma vez ele elogiou um vestido amarelo no Instagram e no outro dia ela estava usando aquele vestido, que aquilo tudo era para ele. Enquanto isso, apontava o revólver 38 carregado de balas. (...) Desceu uma cortina preta na minha cabeça, não dá para pensar em nada. (...) Peguei a arma e dei dois tiros na cabeça dele. Enquanto isso, Ana e Giovanna correram para fora do quarto. Em algum momento, ele deu dois tiros. A Ana não foi atingida, mas uma das balas acertou a Giovana. Nesse momento o cabelereiro da Ana estava chegando. Ele pegou a Giovanna e colocou ela dentro de um táxi e levou para o hospital. Se não fosse ele, ela estaria morta. (...) Foi tudo desesperador. Não tenho nenhum remorso de ter matado. Antes ele do que eu. Íamos todos morrer. Depois soube, pela dona do showroom, que ele havia tentado se credenciar como lojista para o evento. Ele ia matar todo mundo, essa era a clara ideia dele", contou Gustavo à "Veja".

 

 

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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