Oito meses depois da morte do rei da pop, o seu médico pessoal, Conrad Murray, foi responsabilizado pela morte de Michael
Jackson, tendo sido formalmente acusado de homicídio involuntário,avança a imprensa internacional.
No entanto, o
médico, que se entregou voluntariamente às autoridades, declara-se inocente e aguarda julgamento em liberdade, sob pagamento
de fiança de 55 mil euros.
O juiz do Tribunal Superior, Keith Schwartz, que obrigou ainda o cardiologista a entregar
o seu passaporte, afirmou que este pode continuar a exercer medicina, desde que não administre qualquer tipo de anestesia.
Na
audiência, estiveram presentes os pais de Michael Jackson, Katherine e Joseph Jackson, assim como dois dos irmãos do cantor,
Jermaine e La Toya.
Pouco depois de ser lida a acusação, os membros da família Jackson expressaram o seu profundo
pesar, insistindo para que a acusação tivesse sido mais dura.
«Homicídio involuntário não é uma acusação suficientemente
dura contra o médico que matou Michael Jackson», comentaram.
«É um monstro», afirmou a mãe do cantor.
O
advogado de Joseph Jackson, Brian Oxman, revelou que a família se sente ultrajada: «Estamos decepcionados. Conrad Murray devia
ter sido acusado por algo mais grave. O que fez foi imprudente. Desprezou a vida humana», afirmou Oxman.
Revoltada,
a irmã do cantor, La Toya, voltou a afirmar aos jornalistas a sua convicção de que o irmão foi assassinado.
«Michael
foi assassinado e, como morreu nas mãos do Dr. Conrad Murray, penso que ele faz parte de um plano muito maior. Há outras pessoas
envolvidas e não vou descansar, vou continuar a lutar até que todos os culpados sejam encontrados e se faça justiça», afirmou
La Toya.
Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
comentar este artigo







Último comentário
-
25maria das graças de souza silva
ler todos os comentários »2010-03-02 20:06h
enjustissa
TUDO QUE NÒS QUEREMOS E JUSTISSA O MICHAELJJACKSON MORREU OU MELHOR FOI A SACINADO JUSTISSA PELO A MOR DE DEUS
Comentar este artigo
25 comentário sTodos as opiniões estão sujeitas a aprovação prévia por parte da Lux