O Ministério Público (MP) arquivou o inquérito relativo à morte em Lisboa da modelo brasileira Jenniffer Corneau Viturino,
por ausência de indícios probatórios da prática de crime, informou a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa (PGDL).
Segundo
o MP, o processo começou com a notícia da morte de Jeniffer Corneau Viturino, no dia 08 de Abril de 2011, entre as 05:30 e
as 07:20, e a descoberta do corpo no solo que circunda a Torre de São Rafael, na Avenida do Índico, junto à Expo, em Lisboa,
de onde terá caído de uma varanda do apartamento onde se encontrava.
«Após uma investigação exaustiva da PJ, não
foram recolhidos indícios da prática de crime na ocorrência da morte da vítima, que terá cometido suicídio. O exame pericial
feito pelo Laboratório de Polícia Científica (LPC) da PJ ao bilhete deixado pela falecida, conclui pela elevadíssima probabilidade
de ter sido escrito pela própria», refere a nota da PGDL.
A modelo brasileira, caiu de um décimo quinto andar da
Torre São Gabriel, depois de ter terminado a relação com o empresário Miguel Alves da Silva.
A família da modelo
rejeitou sempre a tese do suicídio, alegando que a vítima era feliz.
A mãe da vítima alertou a PJ que o relacionamento
da filha com o empresário português era conturbado e violento e o pai chegou a admitiu que a filha pudesse ter sido empurrada
por alguém.
A modelo estava em Portugal há cerca de quatro anos.
Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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