Nacional
Evelise Moutinho em 9 de Junho de 2017 às 12:00
Fotos: Casamento de Maria Vasconcelos e Guilherme Paixão

"Não há caminhos, começámos a casa pelo telhado, mas foi bem construída”, confessa Maria Vasconcelos horas depois de se ter casado com Guilherme Paixão, e de ter batizado o filho de ambos,

Duarte, de 14 meses, numa clara alusão à inversão da ordem tradicional. Aliás, foi quando pensaram batizar o filho que a ideia do casamento se materializou. Às 12h30 do dia 27de maio, Maria Vasconcelos entrou na Igreja de Santo António do Estoril, de braço dado com Fernando Gouveia, que a criou desde pequena, e ao som do cântico “Luz Terna e Suave”, entoado por três grandes amigos.

Simples e muito bonita, a noiva levava um vestido da autoria de Joana Montez, que pertencia a uma tia. A segurar o véu, Maria quis levar o mesmo diadema que a avó materna usou no dia do seu casamento. “Não tenho dúvidas que ela esteve presente o tempo todo”, confessou a noiva. No altar, emocionado, esperava-a Guilherme Paixão.

Juntos batizaram depois o filho de ambos, Duarte, de 14 meses, que se mostrou sempre muito bem-disposto e que teve como padrinho o tio Salvador. Os noivos e os convidados, que eram cerca de 100, seguiram depois para a casa de Bibá Pitta, que em um mês e meio preparou tudo.

“Todas as mãos ajudaram. Conseguimos fazer um casamento à nossa maneira, em casa e muito simples. Estou muito feliz por ela, por eles. No final, percebi que ela esteve sempre muito feliz o dia todo. Isso deixou-me ainda mais feliz. Chorei quando a vi entrar na igreja pela mão do Fernando. Ainda me comove muito falar deste dia. Senti que a minha mãe esteve sempre connosco. Quando me perguntavam se tinha um plano B, caso chovesse, disse sempre que não, que ia acreditar que não ia chover e que as estrelinhas lá de cima nos iam ajudar. Caíram uns choviscos, boda molhada, boda abençoada. De resto, esteve um dia fenomenal. Foi tudo feito com muito amor”, confessou, emocionada, Bibá Pitta. Um sentimento partilhado pela noiva: “Foi tudo muito bonito, muito familiar e simples como nós queríamos e com as pessoas mais importantes”, lembrou.

Maria e Guilherme, que passaram a noite de núpcias no Hotel Miragem, em Cascais, seguiram depois em lua de mel para Itália, onde percorreram de carro a Costa Amalfitana.

“O mais difícil é não levar o Duarte, mas é bom para nós”, confidenciou ainda.

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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