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Internacional
Sara Carbonero recorda a mãe em emotivo discurso de agradecimento
Sara Carbonero
Redação Lux em 2 de Junho de 2026 às 10:42

Sara Carbonero viveu um momento profundamente emotivo no passado domingo, 31 de maio, ao ser distinguida com a Medalla de Oro de Castilla-La Mancha, a mais alta condecoração atribuída pela comunidade autónoma espanhola. O prémio reconhece o seu percurso no jornalismo desportivo, a promoção da região a nível nacional e internacional, e ainda o seu trabalho como embaixadora da UNICEF Espanha.

Apesar do carácter festivo da cerimónia, a jornalista não conseguiu conter as lágrimas durante a sua intervenção, devido a uma forte razão pessoal: a memória da mãe, falecida a 13 de abril.

No discurso de agradecimento, Sara Carbonero recordou com emoção a última conversa que teve com a mãe, já no hospital, quando soube da distinção:

“Mesmo quando soube que ia receber este prémio, a minha mãe já estava muito doente no hospital e essa foi a nossa última conversa. Ela sorriu orgulhosa, como sempre, porque foi ela que fez de mim a pessoa que sou. Ela deu-me tudo e, da mesma forma, tudo o que faço é por ela e continuarei a fazê-lo.”

Visivelmente emocionada, acrescentou ainda uma reflexão sobre a presença simbólica da mãe na sua vida:

“Às vezes, quando sinto que não tenho a força de que falam os poetas, basta-me um pôr-do-sol na aldeia de Hermita, um passeio pelo campo de papoilas, um momento de silêncio junto à torre da igreja para saber que ela continua comigo, que só morre quem esquece e que eu nunca a vou esquecer.”

A jornalista foi depois aplaudida de pé pelo público presente no Auditório José Luís Perales, em Cuenca, Espanha.

Sara Carbonero viveu um momento profundamente emotivo no passado domingo, 31 de maio, ao ser distinguida com a Medalla de Oro de Castilla-La Mancha, a mais alta condecoração atribuída pela comunidade autónoma espanhola. O prémio reconhece o seu percurso no jornalismo desportivo, a promoção da região a nível nacional e internacional, e ainda o seu trabalho como embaixadora da UNICEF Espanha.

Apesar do carácter festivo da cerimónia, a jornalista não conseguiu conter as lágrimas durante a sua intervenção, devido a uma forte razão pessoal: a memória da mãe, falecida a 13 de abril.

No discurso de agradecimento, Sara Carbonero recordou com emoção a última conversa que teve com a mãe, já no hospital, quando soube da distinção:

“Mesmo quando soube que ia receber este prémio, a minha mãe já estava muito doente no hospital e essa foi a nossa última conversa. Ela sorriu orgulhosa, como sempre, porque foi ela que fez de mim a pessoa que sou. Ela deu-me tudo e, da mesma forma, tudo o que faço é por ela e continuarei a fazê-lo.”

Visivelmente emocionada, acrescentou ainda uma reflexão sobre a presença simbólica da mãe na sua vida:

“Às vezes, quando sinto que não tenho a força de que falam os poetas, basta-me um pôr-do-sol na aldeia de Hermita, um passeio pelo campo de papoilas, um momento de silêncio junto à torre da igreja para saber que ela continua comigo, que só morre quem esquece e que eu nunca a vou esquecer.”

A jornalista foi depois aplaudida de pé pelo público presente no Auditório José Luís Perales, em Cuenca, Espanha.

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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