Brigitte Macron viu um tribunal de Paris condenar, esta segunda-feira, 10 pessoas por assédio virtual contra si, na sequência de ciberataques com “linguagem maliciosa, degradante e insultuosa” e alegações de “suposta pedofilia” e de que seria transgénero.
Segundo Le Monde e a BBC, um dos réus foi condenado a seis meses de prisão efetiva por não comparecer em tribunal; os restantes receberam penas suspensas entre quatro e oito meses, além de multas de 600 euros cada e o pagamento conjunto de 10 mil euros de indemnização à primeira-dama francesa. Cinco ficam ainda proibidos de usar a rede social X durante seis meses.
Brigitte Macron não esteve presente na audiência, mas, ao apresentar a queixa em agosto de 2024, explicou ao tribunal que os rumores tiveram “um impacto muito forte”. As teorias conspirativas intensificaram-se após a eleição de Emmanuel Macron em 2017, levando o casal a avançar com ações judiciais em França e nos EUA.







