Blake Lively pediu ao tribunal que limite a utilização de uma entrevista viral e de alegações de “rapariga maldosa” no julgamento do filme “It Ends With Us”, marcado para 18 de maio de 2026, em Nova Iorque, num processo em que a Wayfarer Studios, ligada a Justin Baldoni, alega que a atriz já tinha uma reputação negativa antes do início da disputa.
Blake Lively, de 38 anos, apresentou uma moção a 11 de abril para impedir o testemunho da jornalista Kjersti Flaa, defendendo que a sua intervenção tem pouca relevância e poderia influenciar indevidamente o júri.
Em causa está uma entrevista de 2016 que voltou a circular em 2024 e gerou críticas nas redes sociais, onde a atriz foi descrita como “rude”, “desligada da realidade” e associada a uma imagem de “rapariga maldosa”. A defesa de Lively argumenta que a questão central do processo é a alegada amplificação de conteúdos pelos arguidos e não factos antigos sem ligação direta ao caso.
Por seu lado, a Wayfarer defende que a entrevista é relevante para demonstrar a reputação pré-existente da atriz e nega qualquer envolvimento na difusão de uma alegada campanha de difamação.
O julgamento deverá avançar após uma audiência preliminar marcada para 28 de abril.







