Chris Rea, conhecido por êxitos como The Road to Hell e Driving Home for Christmas, morreu esta segunda-feira, dia 22 de dezembro, aos 74 anos. A informação foi confirmada por um porta-voz da família, que declarou que Rea morreu “de forma pacífica” num hospital, após ter sido internado devido a uma doença não especificada.
A vida do músico britânico foi marcada por problemas de saúde. Sofreu de cancro no pâncreas, que obrigou à remoção do órgão, bem como de partes do estômago e intestino. Em 2016 sofreu um AVC e, no ano seguinte, desmaiou durante um concerto em Oxford.
Considerado uma das grandes vozes do blues britânico, Chris Rea lançou 25 álbuns de estúdio ao longo da sua carreira, incluindo The Road to Hell e Auberge, ambos alcançando o primeiro lugar nas tabelas de vendas no Reino Unido. Globalmente, vendeu mais de 30 milhões de discos.
Nascido em Middlesbrough, Inglaterra, filho de pai italiano e mãe irlandesa, Rea iniciou a sua carreira musical aos 22 anos na banda Magdalene, passando posteriormente pelos Beautiful Losers, antes de se estrear a solo em 1974 com o single So Much Love. Em 1978, conquistou o seu primeiro êxito com Fool (If You Think It’s Over), que lhe valeu uma nomeação para um Grammy. Durante os anos 80 e 90, alcançou os maiores sucessos comerciais da sua carreira. Algumas das suas canções, como a remistura de Josephine (1985), chegaram a públicos fora do universo do blues, incluindo a cena balearic beat.
Rea deixa a esposa Joan, com quem começou a namorar aos 17 anos, e as filhas Josephine e Julia, às quais Rea deu nome a canções de sucesso.







