Brigitte Macron regressou à Justiça, recorrendo ao Tribunal de Cassação — instância judicial mais alta do país, para contestar a decisão que absolveu duas mulheres acusadas de difamá-la com acusações de que teria nascido um homem e passado por uma transição de género.
O caso remonta a dezembro de 2021, quando num vídeo de quatro horas, publicado no YouTube, Amandine Roy, que se apresenta como médium espiritual, entrevista Natacha Rey, autointitulada jornalista divulgando que Brigitte nasceu como Jean-Michel Trogneux (o nome do seu irmão) e se tornou uma mulher trans. Brigitte e o irmão chegaram a vencer a ação em primeira instância, em 2023. No entanto, as condenações foram anuladas a 10 de julho sob alegação de falta de provas suficientes para sustentar a sentença.
Brigitte, de 72 anos, atravessa, nesta altura, uma situação bastante mais dolorosa na sua vida pessoal com a morte da irmã de quem era muito próxima, Anne-Marie Trogneux, aos 91 anos, há apenas duas semanas e agora de uma das suas sobrinhas, Christine Hacquin, de 68 anos.
Recorde-se que Brigitte, que é a mais nova de seis irmãos, já tinha perdido dois deles. Maryvonne, que morreu em 1961 com apenas 27 anos num acidente de viação, e Jean-Claude, em 2018.







