Ozzy Osbourne, lendário vocalista dos Black Sabbath, faleceu esta terça-feira aos 76 anos, rodeado pela família, após uma longa batalha contra a doença de Parkinson.
Conhecido mundialmente como o "Príncipe das Trevas", Osbourne foi uma das figuras mais influentes na evolução do heavy metal durante as décadas de 1970 e 1980.
De acordo com o comunicado da família, citado pela Sky News, o músico partiu “cercado de amor”.
Nascido em Birmingham, Inglaterra, John Michael “Ozzy” Osbourne tornou-se ícone do heavy metal ao liderar os Black Sabbath, banda responsável por alguns dos maiores clássicos do género, como “Paranoid”, “War Pigs” e “Sabbath Bloody Sabbath”. Posteriormente, seguiu uma carreira a solo de enorme sucesso, com mais de 100 milhões de discos vendidos em todo o mundo.
A sua personalidade excêntrica e controvérsia marcaram não só a sua música, mas também as suas atuações, frequentemente teatrais e repletas de letras que exploravam temas como a guerra, o apocalipse e a depressão. Entre os episódios mais famosos está o momento em 1982 em que mordeu a cabeça de um morcego durante um concerto, acreditando tratar-se de um objeto inofensivo.
A despedida dos palcos ocorreu há menos de um mês, quando Osbourne e os restantes membros originais dos Black Sabbath se reuniram para atuar no festival solidário "Back to the Beginning", em Birmingham, num momento histórico que reuniu a formação original pela primeira vez em 20 anos.
Em Portugal, a última vez que Ozzy atuou foi em julho de 2018, na Altice Arena, em Lisboa, numa digressão que celebrava cinco décadas de carreira, tanto a solo como à frente dos Black Sabbath.
Ozzy Osbourne era casado com Sharon Osbourne (há 43 anos). O casal teve três filhos: Aimee, de 38 anos, Kelly, de 37 e Jack Osbourne, de 35. Ozzy também teve um filho mais velho, Elliot Kingsley, de uma relação anterior, de 45 anos.







