A cantora Preta Gil, que morreu em julho após complicações de um cancro no intestino, teve um último desejo realizado: transformar parte de suas cinzas em diamantes.
A vontade, partilhada com amigos próximos, foi concretizada por dois laboratórios brasileiros. O carbono presente nas cinzas foi isolado e submetido a temperaturas até 3.000 °C e altíssimas pressões, processo que simula em poucas horas o que levaria milhões de anos na natureza.
Ao todo, foram criados 12 diamantes destinados a amigos e um para a família Gil. Cada pedra recebeu certificação a laser com o nome da artista. O gesto emocionou quem conviveu com Preta, que via na transformação um símbolo de permanência e afeto — uma forma de sua luz continuar a brilhar para sempre.







