Mick Jagger esteve à beira da morte após uma overdose de heroína em 1976, em Nova Iorque, segundo revela a nova biografia The Rolling Stones: The Biography, de Bob Spitz.
O vocalista dos Rolling Stones, hoje com 82 anos, terá colapsado no apartamento de Marshall Chess, então presidente da Rolling Stones Records, depois de ambos consumirem heroína no final da digressão europeia da banda.
De acordo com o livro, Chess afirmou que Jagger apareceu “agitado”, depois de já ter consumido álcool e alegadamente cocaína, insistindo em continuar a noite. “Os lábios dele estavam a ficar azuis. Entrei em pânico”, contou Chess na obra. O executivo disse ainda que tentou reanimar o músico com respiração boca a boca até à chegada dos serviços de emergência, que o colocaram sob oxigénio.
Segundo a biografia, Jagger recuperou os sinais vitais e foi transportado para o hospital Lenox Hill, onde a atriz Faye Dunaway terá ajudado a garantir um quarto privado para evitar exposição mediática. As declarações são atribuídas ao livro de Bob Spitz e, até ao momento, o representante de Mick Jagger não comentou o caso.







