Internacional
Redação Lux em 28 de Maio de 2019 às 12:42
Superlotação em época alta para subir o Evereste já causou 10 mortos
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Esta é a época alta para subir o Evereste.  Entre o final de abril e o final de maio, o clima oferece uma pequena janela de condições menos extremas e mais propícias à escalada  e os alpinistas chegam a fazer fila para atingirem o cume. O congestionamento de pessoas na "zona da morte" - assim chamada por estar a mais de oito mil metros de altitude e o oxigénio escassear- já causou este ano dez mortos. 

A fotos divulgadas nos últimos dias mostram uma imensa fila de alpinistas, muito próximos uns dos outros. As mortes ocorridas deveram-se a quedas e adoecimento súbito causado pela falta de oxigénio e situações extremas.

O Nepal emitiu um número recorde de 381 autorizações de escalada para alpinistas estrangeiros, que custa dez mil euros cada. Pelo flanco norte do Tibete, foram emitidas pelo menos 140 outras pessoas.

Cada autorização vem acompanhada de um guia, o que significa que, durante um mês, quase 700 pessoas se fazem ao caminho, ao mesmo tempo, na montanha que tem 8.848m de altura e fica na fronteira entre o Nepal e o Tibete.

No total, o número de alpinistas no Evereste poderá este ano ultrapassar o recorde alcançado no ano passado, quando 807 pessoas chegaram  ao cume do Monte Evereste.

 

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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