Moda e Beleza
Mango lança sandálias produzidas de forma artesanal e com material reciclado
Mango lança sandálias produzidas de forma artesanal e com material reciclado
Redação Lux em 25 de Junho de 2020 às 15:44

A Mango apresenta hoje o seu mais recente projeto de sustentabilidade: um novo modelo de sandálias desenhado e produzido de forma artesanal e a partir de material reciclado.

A marca desenvolveu as sandálias para serem vendidas exclusivamente online e em colaboração com a Castell, uma marca menorquina de artesãos conhecida pelo fabrico de alpercatas e sapatos tradicionais da ilha.
 
Elaboradas a partir de pele croûte e de pneus reciclados, cujo reaproveitamento evita a poluição resultante da sua queima, as sandálias foram confecionadas à mão, em Menorca, e enfatizam o espírito mediterrâneo, bem como o sentimento de comunidade que as duas marcas partilham. O corte, a costura e montagem específicos fazem com que cada sandália se converta numa peça única que oferece uma nova oportunidade a um material já existente. As sandálias estão disponíveis para mulher, homem e criança.

A reutilização de peças de vestuário ou de materiais com o objetivo de lhes dar uma vida nova é uma das iniciativas que a Mango pôs em prática como parte do seu compromisso com o meio ambiente e com a melhoria da cadeia de abastecimento do sector.

No passado mês de abril, a Mango lançou a primeira coleção-cápsula baseada na economia circular e composta por fibras recicladas, obtidas a partir de mais de 32 toneladas de roupa recolhidas nas lojas através do projeto “Second Chances”.
 
A recente campanha “Life in Bloom”, na qual a Mango lançou uma mensagem de otimismo ao mundo para infundir um tom de entusiasmo ao contexto atual, também contribuiu para esse compromisso global através de uma seleção de peças de vestuário para mulher 100% sustentáveis. Todos estes modelos, classificados como "Committed", fazem parte da coleção permanente da Mango, na qual a marca espera aumentar até 50% o uso de poliéster reciclado, em 2025, e conseguir que, em 2030, 100% das fibras celulósicas utilizadas sejam de origem controlada.
 

 

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
Comentários

pub
pub
Outros títulos desta secção