É como uma espécie de autobiografia, ao som de guitarras elétricas, peças de teatro, filmes, séries e telenovelas, que se apresenta “Consumo Obrigatório”, o novo livro de Virgílio Castelo. Uma obra de ficção, que, no entanto, se construiu a partir das memórias do prestigiado artista. “É muito mais inspirada no que fui vendo, ouvindo e analisando ao longo dos anos, do que nas minhas próprias vivências. Porém, para a estratégia narrativa, ancorei-me sobretudo no meu percurso profissional como ator, porque isso poderia tornar mais fácil ao leitor identificar-se com uma determinada época [a ação decorre entre 1966 e 2002], através da memória de um trabalho meu que pudesse ter visto (uma peça de teatro, uma série de televisão, um filme, uma telenovela). E assim, acabei por falar também um pouco da minha vida pessoal. Mas não muito. Apenas q.b.”, afirma o autor à Lux.
Este é o quarto livro de Virgílio Castelo.
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