José Luís Nogueira de Brito morreu na quarta-feira, 4 de fevereiro, em Lisboa, informou o CDS em comunicado, no qual apresentou condolências à família. O partido destacou que o antigo dirigente “foi um exemplo de decência, integridade, humanismo e elevação, com uma entrega total aos valores da democracia-cristã”, sublinhando que, com a sua morte, “a democracia ficou mais pobre”.
O Presidente da República também manifestou pesar, considerando-o um “jurista excecional” e um político de “enorme sensibilidade e afeto”, em declarações divulgadas numa nota oficial da Presidência.
Ao longo da vida, Nogueira de Brito conciliou a advocacia, a docência universitária e a intervenção política. Nos anos 1980 regressou à atividade partidária no CDS, tendo sido eleito deputado por Braga em 1983 e escolhido líder parlamentar. Tinha 88 anos.
As cerimónias fúnebres realizam-se na quinta-feira, 5 de fevereiro, a partir das 17h30, na Basílica da Estrela, em Lisboa, com missa marcada para as 20h30.
Recorde-se que José Luís Nogueira de Brito foi também secretário de Estado no final do Estado Novo e integrou a administração do Banco de Portugal, sendo uma das figuras históricas do CDS-PP.







