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Nacional
José Castelo Branco: "Eu faço questão de ir a tribunal! Quero confrontar olhos nos olhos todas estas testemunhas!"
José Castelo Branco e Betty Grafstein Foto: Tiago Frazão/Lux
Redação Lux em 7 de Junho de 2024 às 11:54

José Castelo Branco mostra-se profundamente revoltado com a situação em que se encontra desde que foi denunciado por violência doméstica no início de maio. 

Na sequência da queixa apresentada pelo Hospital CUF Cascais recebeu uma ordem de afastamento de Betty Grafstein, desde aí, faz ouvir bem alto o desespero de nunca mais ter tido notícias da mulher e clama a sua inocência afirmando-se “vítima de uma cabala muito bem orquestrada” para o “separar à força” de Betty.

“O pesadelo continua. Continuo sem saber de nada a não ser as notícias que me chegam. A Betty continua a sofrer sem mim, sabe-se lá o que lhe contaram para justificar eu não estar do lado dela numa altura tão importante, com a saúde dela tão frágil”.

Betty Grafstein, que estava internada desde o dia 20 de abril, em Cascais, teve alta hospitalar na manhã do dia 4 de junho. Deixou o hospital acompanhada pela equipa médica e pela empresária Marcella Fernandes e já se encontra nos EUA, numa Clínica Privada onde ficará em observação até poder dar entrada numa Clínica de reabilitação.

Num exclusivo TVI, ainda no hospital, momentos antes da alta, Betty declarou a um amigo: “Finalmente. Esperei muito tempo por isto. Esperei demasiado tempo”. Antes de partir para os EUA, Roger Basile, filho único de Betty Grafstein, deu uma entrevista à TVI onde fez referência às declarações que prestou à polícia na sequência do processo: “Sim, falei com a polícia e disse tudo o que queriam saber. Respondi às perguntas e ficaram satisfeitos com aquilo que eu disse. Sinto-me bem por haver alguém aqui, na polícia, que sabe de tudo”.

Roger Basile revelou também que a mãe já sofria de violência doméstica por parte de José Castelo Branco há mais de 25 anos.  “Quando isto aconteceu inicialmente, há 25 ou 27 anos, quando ele lhe bateu, a minha mãe foi à polícia com uma pessoa amiga. Acho que lhe tiraram fotografias e, depois, ela foi-se embora. Mas a polícia nunca foi lá a casa nesse dia“. Sobre José Castelo Branco, afirmou: “Desde que conheço o José, ele nunca disse a verdade, ele mente sobre tudo. Mente sobre toda a existência dele, sobre a minha mãe, sobre ele, sobre o motivo pelo qual é famoso... Porque quer que as pessoas o vejam nas revistas”.

José Castelo Branco reage com indignação a estas acusações: ”Meu Deus, que horror, é tudo mentira. Como é que alguém pode ser tão cruel? Se eu tivesse alguma queixa nos EUA tinha vivido lá estes anos todos e me tornado americano? Ele inventou isso tudo, mas nos EUA eu estou defendido, eu sou tão americano como ele e a Betty!”. “O que o Roger disse ao meu filho, e isso é verdade, foi: ‘Odeio o teu pai há mais de 25 anos e vou fazer tudo para acabar com ele!”. 

O socialite frisou que não tem qualquer impedimento de viajar mas deixa em aberto,o regresso aos EUA.. “Nunca tive qualquer impedimento de viajar e quando falam no termo de residência só quer dizer que se me ausentar mais de cinco dias da residência tenho de dizer onde vou, mais nada, posso sair quando quiser. Não sei se vou para Nova Iorque. Eu não sei nada da minha vida! Na situação em que me encontro não sei o que vai acontecer daqui a uma hora, duas horas… só sei que continuo sem ter as minhas malas”, remata.

Sobre as notícias de que davam conta de que partiria brevemente para um safari, Castelo Branco explica: “Fui convidado, é verdade, para ir ao Kruger Park, por um sobrinho meu, mas não aceitei, não disse nada”.

Em relação à investigação do Ministério Publico, José Castelo Branco afirma não ter desenvolvimentos. “Não sei de nada, mas é lógico porque não há caso, se houvesse, tinha ficado preso. A Betty não disse nada contra mim, nada. Por isso é que o juiz me mandou para casa. Eu não tenho acusações! O que há são insinuações que foram criadas pela Marcella Fernandes. Foi ela que fez aquelas gravações e as manipulou”. Castelo Branco não recebeu ainda informação de que lhe seria retirada a pulseira eletrónica, como foi adiantado uma vez que Betty devolveu o botão de pânico que estava associado à pulseira antes de abandonar Portugal. “Claro que devem retirar, não sei de nada, a pulseira que me puseram se calhar foi exigida pelo hospital, não seria nunca pela Betty… Eles é que não me queriam ver por perto porque os questionei no tratamento que estavam a dar à minha Betty!”.

Completamente desamparado, Castelo Branco continua a orar por notícias de Betty e pela sua recuperação. “A Betty regressou aos EUA, espero que esteja melhor, é o que mais desejo, mas a verdade é que a Betty está sequestrada, o filho isolou-a de toda a gente. Nem os amigos de Nova Iorque conseguem ter notícias. Está sequestrada, isto é tudo tão triste.” Por fim, Castelo Branco garante à Lux: “Eu faço questão de ir a tribunal! Não vou deixar que o caso seja arquivado depois de tudo o que me estão a fazer. Quero ir a tribunal, quero confrontar olhos nos olhos todas estas testemunhas malvadas! Não quero que fiquem quaisquer dúvidas. Eu vou à luta até ao fim! Querem acabar comigo mas eu não deixo porque quem não deve, não teme e eu tenho Deus comigo!”

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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