Clara Pinto Correia, escritora e investigadora, foi encontrada morta na sua casa, em Estremoz, esta terça-feira, dia 9 de dezembro, avançou o Correio da Manhã. Tinha 65 anos.
No site da Presidência da República, o Presidente Marcelo Rebelo de Sousa deixou uma mensagem de pesar.
Na nota, o Presidente expressa “os seus afetuosos sentimentos à família, amigos e admiradores de Clara Pinto Correia, consternado com a sua partida prematura”.
“Clara Pinto Correia combinava uma enorme alegria de viver com inteligência e brilho, manifestos tanto na sua intervenção oral e escrita como na docência científica e na comunicação com os outros. Nunca deixou ninguém indiferente, e é por isso que todos sentimos a sua falta neste momento”, lê-se no comunicado
Clara Pinto Correia era irmã da jornalista Margarida Pinto Correia. Foi casada três vezes, com António Mega Ferreira, depois com um académico norte-americano Dick (com quem se casou em Las Vegas) e com o fotógrafo Pedro Palma autor da polémica exposição de fotografias «Sexpressions», em 2010, que mostrava a bióloga a ter orgasmos fotografados pelo marido. Aos 40 anos, no seu segundo casamento, adotou dois filhos com seis e sete anos que lhe deram seis netos.







