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Nacional
A celebrar mil emissões de “Casa Feliz”, Diana Chaves fala da exigência do programa e da forma como lida com as suas histórias
Diana Chaves Foto: Artur Lourenço/Lux
Redação Lux em 18 de Junho de 2024 às 18:00

Dividida entre a apresentação da nova edição do reality show “Casados à Primeira Vista” e o programa das manhãs “Casa Feliz”, Diana Chaves reconhece que este é um período exigente a nível profissional. “É intenso porque são muitas horas. Uma pessoa tem que se desdobrar. O programa da manhã é em direto, obriga a um estado de alerta diferente de um programa gravado e, parecendo que não, é muito cansativo”, conta a apresentadora.

Apesar do grande desafio, este continua a ser um trabalho que a enche de realização e orgulho, especialmente numa data tão redonda como esta que agora celebra: as mil emissões de “Casa Feliz”, formato que conduz ao lado de João Baião. “Foi um casamento feliz à primeira vista, sem dúvida nenhuma! No início, estava ali um bocadinho perdida, mas depois encontrei-me com a ajuda do meu parceiro”, recorda Diana, sublinhando que estas mil manhãs são especiais: “Sabem-me muito bem, porque foi muito duro. Foi um trabalho difícil, sobretudo no início. Demorei algum tempo até apanhar a engrenagem. Já disse isto várias vezes, foi aprender à frente do país inteiro! Mas estou cá e olho para trás com muito orgulho e alegria. De repente, passaram-se quatro anos!”

Para Diana, uma das maiores dificuldades do programa é dar voz a histórias reais que, por vezes, são muito difíceis. “É uma montanha-russa de emoções em que uma pessoa ri, depois chora, depois enerva-se... Temos que aprender a gerir as emoções neste contexto. Não é ficção, nós lidamos com vidas muito complicadas. Reagir em tempo real ao sofrimento das pessoas não foi muito fácil”, afirma.

Contudo, explica que não é de lágrima fácil, talvez pelas experiências do seu passado: “Sei que pareço muito frágil, mas não sou. Fui atleta de alta competição. A nível emocional, sou até muito forte, aguento... e bem! Não é fácil deixarem-me constrangida, envergonhada ou mesmo insegura. Lido muito bem com a pressão.” Porém, “há histórias que são mesmo muito difíceis e quando não consigo controlar... não consigo mesmo! Não vejo isso como fragilidade ou como fraqueza. Todos nós temos o nosso limite, e o meu às vezes aparece”, ressalva.

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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