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Nacional
José Cid reedita álbum com 46 anos
José Cid, Tozé Brito e Nuno Guerreiro - “10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte” Foto: DR
Redação Lux em 23 de Janeiro de 2024 às 18:15

“10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte”, uma icónica obra do rock progressivo português, foi agora reeditada e vai ser apresentada em dois concertos.  

Numa reunião intimista entre amigos, como Tozé Brito e Nuno Guerreiro, no Bar dos Artistas, no Coliseu dos Recreios, José Cid apresentou o seu espetáculo que é também uma ópera rock, que conta história de um homem e uma mulher que voltam à Terra para a povoar, após a destruição da Humanidade há 10.000 anos.

O público vai poder voltar a ouvir esta obra ao vivo, em dois concertos – em Lisboa, no dia 24 de fevereiro, com a Orquestra Filarmonia das Beiras, e em Guimarães, a 2 de março, com a Orquestra do Norte.

O concerto nasce do projeto da reedição do álbum “10.000 Anos Depois Entre Vénus e Marte”, 46 anos após a sua primeira edição pela editora Orfeu, em 1978. O músico e compositor reedita o álbum na primavera com a novidade de ser gravado ao vivo com a orquestra Filarmonia das Beiras.

José Cid é um dos mais reconhecidos músicos portugueses, autor e compositor, sendo o primeiro músico português a receber um Grammy de Excelência Musical, atribuído pela Academia Latina de Gravação, em 2019.

A apresentação decorreu entre as notas delicadas de uma taça de espumante Barão do Cruzeiro by José Cid, produzido na sua quinta da Anadia, na tradição enófila do seu avô Manuel Luiz, Barão do Cruzeiro e Visconde de Lagos, um vinho de celebração e alegria, bem ao seu estilo.

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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