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Nacional
Redação Lux em 23 de Dezembro de 2025 às 10:00
Fotos e vídeo: Jantar de Natal da LUX marca o início da época mais mágica do ano com celebração animada e a voz inconfundível de Rita Guerra

O espírito natalício tomou conta de mais uma edição do Jantar de Natal Lux. Numa noite marcada por um ambiente animado e descontraído, o Hotel Lux Lisboa Park vestiu-se de brilho e acolheu a festa que assinalou o início desta época mágica. A celebração começou com um welcome drink, seguido de um jantar, que abriu caminho para o showcase de Rita Guerra, que trouxe ainda mais calor à noite. Entre reencontros e conversas, foram várias as figuras que partilharam o que torna o Natal uma época tão especial.

Para Sofia Jardim, a magia começa nas ruas iluminadas e na música que enche os espaços. “Gosto muito do Natal, das luzes, das casas decoradas, das músicas, do espírito… e gosto sobretudo que se façam jantares e que possamos estar com os amigos, é sempre um pretexto para estarmos juntos”, afirma. Conta ainda como será passada esta celebração: “Juntamo-nos todos, no meu caso é só o lado da família Jardim, porque da parte do meu pai não tenho cá família. Fazemos juntas o 24 e o 25. Somos muitas e muito unidas, por isso, sempre que estamos juntas é uma festa, fazemos amigo secreto, mímicas…”

Quanto ao jantar Lux, Sofia assume que já é uma tradição: “Adoro quando chega a altura deste jantar. Marca o início da época. Há pessoas que só vejo aqui e são sempre bons reencontros, é muito bom.” Luis Henrique Pérez descreveu o seu Natal vivido numa paisagem pintada de branco. “Passamos sempre na neve, na casa que temos em França, em família e com amigos”, conta o advogado. Apesar do destino da festa, não deixa de lado as tradições do seu país de origem: “Fazemos o prato típico de Espanha, que é o cordeiro, e é uma época muito familiar e bonita, em que lembramos a infância e também quem já não está connosco, mas que está no nosso coração. É sempre uma celebração agridoce, porque, se, por um lado, podemos partilhá-la com os que estão, temos saudades de quem nos falta.”

Para Sandra Celas, o Natal é passado com a família, mas sempre com lugar para quem não tenha planos. “Às vezes, há um amigo ou outro que se junta, porque não gosto de deixar ninguém órfão. Tradições só mesmo a árvore de Natal, à mesa não. Faço tofu e acompanhamentos é aquilo que sair. [risos] Gosto do bacalhau, gosto de bolo-rei e de sonhos, mas ninguém os faz como fazia a minha mãe. Mas gosto muito desta época, acho que é muito especial.” Helena Isabel também mantém viva a tradição dos pratos e doces típicos, com especial preferência para as indispensáveis rabanadas. A atriz, que está a menos de dois meses de se tornar avó pela primeira vez, divide a véspera de Natal com o filho e a nora, e o dia de Natal com a irmã. Sobre o jantar Lux afirma: “Já se transformou numa tradição, porque há anos que venho. Já marca o início dos festejos de Natal.” A mesma opinião partilhada por Sílvia Rizzo: “Este jantar é muito giro, porque encontramos pessoas com quem não estamos normalmente, e a Lux é que é para mim uma tradição. Tenho uma ligação com a Lux que vem desde sempre e que espero que se mantenha por muito tempo.” Quanto ao Natal, apesar de assumir que não é “muito natalícia”, conta que passa com os filhos e a família: “Não nos juntamos só por ser Natal, mas nestes dias somos um número mais compostinho à mesa.”

Para Bibá Pitta, o jantar Lux “marca o primeiro Natal do Natal”. Aos 60 anos, mãe de cinco e avó de três, Bibá assume agora com orgulho a continuidade da união e amor da família: “Passamos 24 em minha casa e 25 em casa do meu irmão. Já não há os avós, por isso, é nas nossas casas. Agora já sou eu a avó. A família realmente marca-nos e eu tive imensa sorte com a minha, o amor todo que sempre recebi, a educação, os valores. Mas assumi que sou a continuação deles, toda eu represento um bocadinho da minha mãe e das minhas avós.” Anfitriã musical da noite, Rita Guerra reforçou o caráter intimista do encontro: “Acaba por ser um momento entre amigos, ainda para mais com esta envolvência. Já me cruzei com uma série de gente, muitas delas não via há anos, pessoas por quem tenho muito carinho e que têm muito carinho por mim. É como se fosse cantar para amigos na sala de casa, apesar de a minha sala não ser tão grande. [risos]” Quanto ao Natal será passado em sua casa. “Desde que a minha mãe faleceu, o Natal perdeu 90% da magia, porque era a minha mãe que movimentava toda a gente. Era sempre em casa dos meus pais, com os tios, os primos… Depois, o meu pai nunca mais quis fazer o Natal lá em casa e, quando ele partiu, pior ainda. Já não existe a reunião gigante que havia, mas junto os meus sogros e a família mais direta, e é sempre bom, porque às vezes as nossas vidas não nos permitem estar todos juntos e aproveitamos. Fazemos jogos de tabuleiro, pomos a vida em dia, experimentamos receitas novas.”

Paulo Sassetti, que celebra o primeiro Natal desde que se casou, conta: “Vai ser com a família mais próxima, em Lisboa. Cumprimos as tradições todas à mesa, com o bacalhau, o peru, as rabanadas, que adoro. Gosto muito do Natal e este jantar correu muito bem, com uma mesa muito divertida e a Rita Guerra é de facto fantástica.”

texto Rita Pacheco (ritapacheco@masemba.com) fotos Daniel Lyrio  agradecimentos: com o patrocínio da Casa das Peles, Kiko, Radiant, Rafael Freitas e Skechers e com o apoio da AdegaMãe, Casa Redondo, Hélia Arte Floral, Jacquot e Salsa Jeans

 

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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