Num ambiente onde a elegância da quadra se fundia com o prazer inconfundível de um café perfeito, a Nespresso convidou a brindar à época festiva, e Kelly Bailey e Lourenço Ortigão foram duas das presenças em destaque, vivendo um momento que espelhou, na perfeição, o espírito de intimidade e aconchego que ambos tanto valorizam. Kelly não escondeu o deslumbramento: “Destaco a magia do evento. Estava tudo lindo, cheio de pormenores.” Lourenço partilhou a mesma sensação de conforto e proximidade: “O que mais me marcou foi a forma como a Nespresso consegue transformar um evento grande num momento intimista. Estava tudo pensado ao detalhe, desde o ambiente à luz e aos aromas, quase como se estivéssemos na sala de estar lá de casa. Senti-me verdadeiramente confortável, como se estivesse entre amigos a celebrar o café e esta época do ano.”
O café é um pequeno ritual diário para ambos. A atriz, de 27 anos, adapta-o ao ritmo do dia: “Depende muito do momento. De manhã, tenho sempre o meu ritual do cappuccino. E depois, à hora do almoço, gosto de beber um espresso.” Já para o ator e empresário, de 36, o café é mesmo o ponto de partida de cada manhã. “Tem um papel enorme. O meu dia só começa mesmo depois de um Nespresso. É aquele ritual que me centra e me prepara para o que aí vem. Muitas ideias e decisões nascem nesses primeiros minutos da manhã, com uma chávena na mão. É quase um companheiro silencioso.”
Quando o tema é o Natal, as memórias de infância de ambos surgem carregadas de emoção. Kelly recorda os Natais passados na casa dos avós, em Inglaterra: “O que mais destaco do Natal na minha infância é a casa dos meus avós, em Inglaterra, onde passava sempre. As tradições eram muito diferentes e isso marcou-me muito. Acordar naquela casa cheia… não há nada igual. São memórias que guardo para sempre.” Lourenço regressa, na memória, aos Natais na casa do avô: “Lembro-me dos Natais em casa do meu avô. Ele cozinhava sempre o bacalhau e o sabor era sempre igual, um sabor que eu só sentia naquele dia. Foi ali que aprendi a gostar do bacalhau na sua essência, o cozido, tal como ele fazia. Como já não está cá, perdeu-se também grande parte do contacto com essa parte da família, e sinto muitas saudades desses tempos. São memórias que ficam e que ainda hoje me emocionam.”
Agora, o significado do Natal passa, inevitavelmente, pelo filho, Vicente Blue. Kelly vive esta fase com especial ternura, vendo despertar o entusiasmo do filho de 2 anos pela quadra. “Neste momento, o que ele mais adora são as luzes de Natal. Ficamos sempre os dois encantados. Há uma descoberta muito bonita aí.” Lourenço reforça esse despertar para o espírito da quadra: “O Vicente ainda só viveu dois Natais. Num era muito bebé e no outro tinha apenas 1 ano e meio, por isso ainda não tinha verdadeira noção do que era esta época. Teve dois Natais muito felizes. Um no Brasil, onde estávamos só nós os três, e outro cá, rodeado de família. No entanto, sinto que é agora que vai começar mesmo a perceber o espírito natalício. Este ano já começou a entusiasmar-se com as luzes, com os carrosséis, com as festas, e anda a encontrar o Pai Natal em todo o lado. Acredito que, a partir daqui, vai ser muito especial acompanhar a forma como ele descobre tudo isto com mais consciência.” Para Kelly, o Natal agora é vivido de uma forma especial: “Hoje, para mim, o Natal é família e reencontro, e tento que seja uma pausa. E agora, com o Vicente, estamos também a criar as nossas próprias pequenas tradições, memórias que sei que ele vai levar para a vida toda.” Lourenço resume a quadra numa palavra essencial: “Hoje, o Natal significa presença. Tempo de qualidade. Cresci numa família muito unida e lembro-me da mesa cheia, das conversas longas e do conforto que havia nessa altura. Agora, como pai, o que mais quero é passar esse mesmo valor ao Vicente, que ele sinta que o Natal é casa, calma e família.” E sobre vestir-se de Pai Natal, deixa a porta aberta: “Sobre vestir-me de Pai Natal, nunca digo nunca. Se for para fazer o Vicente sorrir, é meio caminho andado.”
Quanto aos presentes, as diferenças divertem-nos. Kelly admite, entre risos: “Todos os anos digo que desta vez vou tratar dos presentes com antecedência… e depois acabo sempre a fazer tudo em cima da hora. Quem sabe se este ano é que é? A vontade está lá, vamos ver se consigo!” Já Lourenço confessa: “Normalmente planeio, principalmente o da Kelly, porque gosto de escolher algo com intenção. Mas há sempre aquele presente que surge de última hora. Faz parte da adrenalina da época e também tem a sua graça.” Ainda sem planos totalmente fechados para a noite de Natal, Lourenço revela: “Este ano vou ter férias de Natal, porque vamos interromper as gravações, por isso estamos entre passar o Natal fora ou até viajar nesse dia, se fizer sentido para nós. O que trouxer mais tranquilidade e boas memórias é o que vamos escolher.”
No campo profissional, Kelly partilha o momento de renovação que está a viver: “Neste momento, estou a recuperar alguns projetos que tinham ficado em standby depois da novela. Estou também mais dedicada a mim, ao Vicente e aos nossos projetos pessoais.” Lourenço Ortigão antecipa um futuro cheio de desafios: “2026 vai ser um ano cheio de projetos que me motivam muito, tanto na representação como noutras áreas criativas. Neste momento, estou a gravar o projeto ‘Páginas da Vida’ para a SIC, que deve estrear no início do ano, e estou superentusiasmado e a adorar tudo neste processo. Sinto-me focado, inspirado e com vontade de crescer, sempre tentando equilibrar essa ambição com o que me é mais importante, que é a minha família.”







