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Nacional
Ao lado da família, Matay recorda um crescimento marcado por boas memórias, mas também pelo preconceito e racismo
Maria Leal de Sousa e Matay com Santiago, Vicente e Francisco Foto: Artur Lourenço/Lux
Redação Lux em 25 de Janeiro de 2024 às 14:00

"As histórias que canto são as que vivo ou que vivi, quer na primeira pessoa, quer através de vivências de pessoas que me são próximas. Acima de qualquer coisa, sou um artista de verdade, porque conto histórias reais.” E histórias não faltam a Matay que, aos 37 anos, faz da sua vida um livro repleto de capítulos com aventuras e recordações: desde a infância e juventude passadas em Chelas, felizes, mas marcadas por lutas contra o preconceito e o racismo, à sua entrega ao trabalho e ao grande amor com Maria Leal de Sousa, a mulher que o conquistou há 15 anos. E um capítulo sempre em aberto sobre a dedicação aos filhos, três rapazes que quer formar para que “sejam o melhor que conseguem ser”.

Como banda sonora tem a paixão pela música, uma arte para a qual despertou em criança e que culmina com o lançamento de um primeiro álbum, “Espelho”, que será lançado em fevereiro. É pela música que começa uma franca e descontraída conversa com a Lux, na qual o artista viaja pelas suas memórias, experiências e amores.

Entrevista exclusiva na Lux, já nas bancas!

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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