David Motta falou esta terça-feira, 28 de outubro, com Júlia Pinheiro sobre um dos capítulos mais marcantes da sua vida: a libertação condicional da mãe, Maria das Dores, condenada a 23 anos de prisão por ter mandado matar o marido, o empresário Paulo Pereira da Cruz, de 44 anos, no dia 20 de setembro de 2007.
O stylist, que integra o painel do programa Passadeira Vermelha da SIC Caras, recordou o momento decisivo vivido em 2023. "Foi com muito pouca antecedência, quase de véspera, que a minha mãe me ligou a dizer que tinha recebido um papel que não estava nada à espera (...) e sem os trâmites normais recebe o documento a dizer que teria de sair da prisão. Eu não estava a atravessar uma fase muito fácil e (...) por isso não a fui buscar dessa vez, mas estava à espera dela".
Durante a conversa, Júlia questionou-o sobre as mudanças que observou em Maria das Dores após todos estes anos. David não hesitou: "Não é. Acho que nenhum de nós, com o passar dos anos, somos a mesma pessoa. [O processo foi transformador], eu digo que sim. É uma mulher diferente, sem dúvida que sim".
Num registo mais leve, partilhou ainda um pormenor do dia da entrevista: "Ela não está a ver o programa porque está no médico, mas irá ver. Ainda tenho de lhe ensinar como é que se 'puxa para trás'".
O comentador, que enfrentou uma depressão durante dois anos, diz que hoje se encontra em melhor fase da sua vida.







