Nacional
Procuradora-geral dá mais seis meses para investigar Sócrates
“Não apresentam provas porque não as têm e nunca as tiveram"
Redação Lux em 15 de Setembro de 2016 às 09:43

A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou hoje que concedeu mais 180 dias (seis meses) para a "realização de todas as diligências de investigação consideradas imprescindíveis" na Operação Marquês, que envolve o ex-primeiro-ministro José Sócrates.

Em nota enviada à imprensa ao final da tarde, a PGR sublinha que, "nos últimos dias", os magistrados do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) "afetos ao inquérito informaram o superior hierárquico de que circunstâncias imponderáveis e extraordinárias impediam a conclusão da investigação" no tempo previsto, 15 de setembro, quinta-feira.

"No essencial", os magistrados referiram que durante a investigação "o Ministério Público foi sendo confrontado com novos factos, integráveis no objeto do processo", foram "identificadas suspeitas de operações de favor em novas áreas de negócios", existe uma "falta parcial de cumprimento dos pedidos de cooperação internacional dirigidos à justiça da Suiça e do Reino Unido" e "subsistem ficheiros informáticos apreendidos que dependem de apreciação judicial, antes de serem disponibilizados e analisados pela investigação".

 

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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