Nacional
Redação Lux em 1 de Outubro de 2016 às 12:56
Fundação Rui Osório de Castro e Associação Acreditar promovem campanha “Não fico indiferente”
1/2 - Fundação Rui Osório de Castro e Associação Acreditar promovem campanha “Não fico indiferente” Foto: Divulgação
2/2 - Fundação Rui Osório de Castro e Associação Acreditar promovem campanha “Não fico indiferente” Foto: Divulgação

No âmbito do mês internacional da sensibilização para o cancro infantil, iniciativa que decorreu durante todo o mês de setembro, a Fundação Rui Osório de Castro e a Acreditar promoveram a campanha “Não fico indiferente”, uma iniciativa que visa chamar a atenção da população para a problemática do cancro infantil através da partilha, nas redes sociais, da imagem do laço dourado (que simboliza o cancro pediátrico) e da publicação de testemunhos na primeira pessoa.

“Esta iniciativa, uma de muitas que se realizam em todo o mundo, pretende fazer chegar mais longe a voz de apoio às crianças e jovens com cancro”, refere Cristina Potier, Diretora-geral da Fundação Rui Osório de Castro, que reforça ainda que “este tipo de ações são muito importantes para que, em todo o mundo, as pessoas sejam despertas e fiquem sensibilizadas para o cancro pediátrico porque apesar de assistirmos cada vez mais a uma forte aposta em novos tratamentos direcionados a esta população de doentes, e de cada vez mais crianças e adolescentes conseguirem fazer face e lutar contra o cancro, é uma doença que afeta ainda muitas crianças em todos os países”.

Paralelamente a Câmara Municipal de Lisboa, num gesto solidário, aceitou o desafio da Fundação Rui Osório de Castro e da Acreditar e decidiu contribuir para esta campanha iluminando em tons de dourado, durante todo o mês de setembro, a estátua de D. José I no Terreiro do Paço, em sinal de apoio às crianças que sofrem de doenças oncológicas.

Em Portugal, a Fundação Rui Osório de Castro e a Associação Acreditar, instituições que têm desenvolvido em conjunto um trabalho proativo na área da pediatria oncológica, no sentido de fomentar o debate social e a informação e consciencialização para a causa da oncologia pediátrica, permitindo desmistificar as questões associadas à doença.

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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