Nacional
Morte brutal do empresário franco-belga Fabrice Marescaux deixa amigos devastados
Fabrice Marescaux Foto: Lux
Redação Lux em 21 de Agosto de 2017 às 15:18

"Não conseguimos compreender. Este nosso amigo ia a passear na rua, tranquilo, numa manhã de agosto… Como é que é possível uma morte destas?”, questiona Yolanda Lobo. Faltam as respostas aos amigos de Fabrice Marescaux, sócio do restaurante lisboeta Aura, para conseguirem aceitar a morte inesperada do empresário franco-belga, de 49 anos, acidentalmente colhido por um camião.

“Foi numa rua estreita no Chiado. Ele teve que se desviar do caixote do lixo e foi para a estrada. Vinha um camião a passar, a mochila dele prendeu-se no veículo e ele foi arrastado, o camião pisou-o e ele morreu. Ainda tentaram a reanimação, mas nada... Foi declarado o óbito no local”, relata à Lux Isabel Nogueira, amiga de Fabrice há mais de 30 anos.

“Quando recebi a notícia fiquei completamente em choque e em negação. Não acreditei… não é possível”, diz ainda. Para quem conheceu e privou com o conhecido empresário é difícil dizer-lhe adeus, mas ficam as melhores recordações.

“Há uma palavra que o define: encantador. Era um ser humano maravilhoso, tinha um coração de ouro. Era dos poucos gentleman que existem... Atencioso, sensível, alegre, bem-disposto, tinha sempre uma palavra de amizade”, lembra Isabel Nogueira.

Yolanda Lobo define-o com o mesmo carinho: “Além de ser um excelente anfitrião no seu restaurante, tratava-nos a todos como se fôssemos amigos do coração. Quando soube [da sua morte] ‘postei’ no Facebook uma fotografia que ele adorava, que era com o seu cavalo, de quem falava muito e por quem tinha uma grande paixão. Na sua expressão, vê-se o quão doce era aquele ser humano e aquele coração.”

Para João Rôlo, ficam na memória as suas muitas qualidades: “Além de ser uma pessoa muito agradável, muito bem-educada e com imenso savoir faire de saber receber, era muito bem-disposto e tinha um sentido de humor fantástico. Vai deixar um vazio muito grande... Era uma pessoa que eu adorava”. 

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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