Nacional
Redação Lux em 19 de Março de 2018 às 19:08
Chef Diogo Noronha recria a Última Ceia de Jesus Cristo e os apóstolos
1/6 - Chef Diogo Noronha recria a Última Ceia de Jesus Cristo e os apóstolos Foto: canal História/Divulgação
2/6 - Chef Diogo Noronha recria a Última Ceia de Jesus Cristo e os apóstolos Foto: canal História/Divulgação
3/6 - Chef Diogo Noronha recria a Última Ceia de Jesus Cristo e os apóstolos Foto: canal História/Divulgação
4/6 - Chef Diogo Noronha recria a Última Ceia de Jesus Cristo e os apóstolos Foto: canal História/Divulgação
5/6 - Chef Diogo Noronha recria a Última Ceia de Jesus Cristo e os apóstolos Foto: canal História/Divulgação
6/6 - Chef Diogo Noronha recria a Última Ceia de Jesus Cristo e os apóstolos Foto: canal História/Divulgação

Diogo Noronha, Chef que nos habituou a uma cozinha pura, aliada ao estilo de vida sustentável e da qual o peixe fresco é a grande matéria prima, é o protagonista do especial A Última Ceia, um mini programa, com estreia no dia 23 de março, às 22h40, no canal História.

Ao longo do especial, os espectadores podem assistir ao processo criativo de Diogo Noronha para a recriação da ceia mais célebre da História, de acordo com a sua visão e inspiração pessoal.

Após a sua releitura do passado, para Diogo Noronha, que continua a triunfar com o seu restaurante PESCA em Lisboa, A Última Ceia pode ser interpretada como o anúncio da “celebração da renovação, da fertilidade, do renascimento da vida após a aparente ausência dela, ou seja, pela vitória da vida sobre a morte ou da chegada da primavera sobre o inverno”.

“No tempo de Cristo, as últimas ceias tinham como propósito a preparação para o Sábado ou para um festival e era uma reunião religiosa na sua essência. Esta reunião era constituída de uma discussão religiosa seguida de um lanche simples com pão normal ou não levedado e vinho misturado com água, com um copo apenas passando por todas as pessoas que lá estavam. Esta reunião era conhecida na cultura judaica como o Kiddush e era observado por pessoas piedosas no dia a dia, principalmente entre cristãos. É quase que certo que Jesus e os seus discípulos tinham o costume de observar esta reunião nas noites de sábado (para nós na sexta-feira á noite) ou nas noites antes dos festivais, como era a Páscoa. Não havendo certezas de quando terá sido a ementa da Última Ceia, proponho-me recriar um menu onde se reflita esta noção de ritual de passagem, de renascer, de ressurreição, de nova vida”, comenta Chef Diogo Noronha.

O menu do Chef do Pesca sustenta a recriação de quatro pratos: couvert, uma entrada, um prato principal de peixe e uma sobremesa, que refletem esta noção de ritual de passagem, renascer, ressurreição e de nova vida. 

Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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