Nacional
Cinha Jardim operada para retirar carcinoma espinocelular, o segundo tipo mais comum de cancro de pele
Cinha Jardim - Festa de verão Lux/TVI 2014 Foto: Ricardo Santos
Redação Lux em 21 de Novembro de 2014 às 07:38
Há já algum tempo que Cinha Jardim sentia fortes dores numa perna.

Procurou o seu médico, que decidiu fazer uma biópsia a um sinal. O resultado foi claro: carcinoma espinocelular, o segundo tipo mais comum de cancro de pele:

«É o melhor dos piores e o pior dos melhores tumores: se não forem retirados a tempo, podem degenerar em metásteses; caso contrário, não têm problema. Tinha vários sinais nas pernas e braços que foram queimados, e tirei um no braço e outro no dedo que foram para análise. Estou a aguardar os resultados. Tenho consciência do que é e sei que vou ultrapassar bem», explicou Cinha Jardim.

«Sei que isto é fruto de excesso de exposição solar, muitas vezes sem proteção, e prometo que vou ter mais cuidado. Embora tenha começado a ter cuidado há já uns anos, não foi o suficiente, porque a pele tem memória e durante anos não usei proteção. Isto foi um sinal para mim e para todas as pessoas que possam ler sobre isto. Não podemos nem devemos facilitar, temos de usar proteção no inverno e no verão. Foi doloroso, tenho imensas dores. Foi uma lição para mim!», disse Cinha à Lux.

Nos próximos dias, é obrigatório fazer repouso absoluto. Caso seja necessário, deve movimentar-se em cadeira de rodas. Depois seguir-se-ão mais 10 dias de recuperação, altura em que já poderá andar, com a ajuda de muletas.

«Não estou assustada. Tenho muita esperança de ficar rapidamente bem e poder ir com as minhas filhas aos Estados Unidos no final de novembro, como está planeado», concluiu.
Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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